Sem título, ainda.

A brisa do horizonte levou
O horror que pulsava em mim
Enquanto vaguei sem rumo e direção
Por lugares e caminhos sem fim

E a vida é corrida, e tudo o que eu queria
Era fazer reinar a paz.
Palavras varridas, malícias na saliva
Que o mundo deixou pra trás.

E a vida é como a brisa, e a vida segue corrida
E tudo o que carregamos atrás
É o começo do futuro que o presente nos dedica
É assim que nos enxergamos mais.

Jaina Nahema.

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