NOVIDADE e FAMILIARIDADE
Dizem que nós, homens e mulheres, somos motivados, em nosso âmago, pelas novidades.
Novos estímulos, novas persepções, novas experiências... Essa característica nossa, é responsável por todo tipo de inquietude, inconstância, complexidade e carência de que somos feitos.
Porém, o sentimento de familiaridade traz em si a constância, segurança e conforto do enraizamento que nos seduz ao seu seio... afinal, somos também homens e mulheres que precisam deste tipo de proteção, em algum nível, em algum momento da vida.
Nossa "cafajestice" aguda cede lugar à procura de um porto seguro, quando esgota-se em nós a necessidade do intenso presenciamento dessa estranha montanha russa de emoções fugazes, líquidas. A prisão passageira ao eterno ciclo estimulante vicioso é derretida e vencida, finalmente, pelo cansaço... Do aprisionamento surge a liberdade do pousar no seio da retilineidade, do entrosamento íntimo e direcionado a algo familiar.
Familiar no sentido de que esteve sempre ali, presente, constante... como uma mesma paisagem que vislumbramos a cada caminhada para casa...
Nos regozijamos no sentimento de "voltar pra casa", de voltar ao que esteve sempre ao nosso alcance, ao que não incluiu obstáculos à nossa frente, ao que nos é dado de mãos abertas... Mas no fundo, sempre mantemos em nós essa admiração a tudo que nos é novo, ao emprego de energias a esse doce momento de estímulo de nossos sentidos...
Apesar do cansaço nos envolver, do esgotamento psíquico frente às incontâncias e eternas reviravoltas, continuamos sedentos, interiormente. E a quietude da alma nos inunda... precisamos aquietar o corpo, a mente, a psíque... e a familiaridade nos seduz... consegue nos preencher.
E assim caminha a humanidade...
Beijos e abraços!
Jaina.
Novos estímulos, novas persepções, novas experiências... Essa característica nossa, é responsável por todo tipo de inquietude, inconstância, complexidade e carência de que somos feitos.
Porém, o sentimento de familiaridade traz em si a constância, segurança e conforto do enraizamento que nos seduz ao seu seio... afinal, somos também homens e mulheres que precisam deste tipo de proteção, em algum nível, em algum momento da vida.
Nossa "cafajestice" aguda cede lugar à procura de um porto seguro, quando esgota-se em nós a necessidade do intenso presenciamento dessa estranha montanha russa de emoções fugazes, líquidas. A prisão passageira ao eterno ciclo estimulante vicioso é derretida e vencida, finalmente, pelo cansaço... Do aprisionamento surge a liberdade do pousar no seio da retilineidade, do entrosamento íntimo e direcionado a algo familiar.
Familiar no sentido de que esteve sempre ali, presente, constante... como uma mesma paisagem que vislumbramos a cada caminhada para casa...
Nos regozijamos no sentimento de "voltar pra casa", de voltar ao que esteve sempre ao nosso alcance, ao que não incluiu obstáculos à nossa frente, ao que nos é dado de mãos abertas... Mas no fundo, sempre mantemos em nós essa admiração a tudo que nos é novo, ao emprego de energias a esse doce momento de estímulo de nossos sentidos...
Apesar do cansaço nos envolver, do esgotamento psíquico frente às incontâncias e eternas reviravoltas, continuamos sedentos, interiormente. E a quietude da alma nos inunda... precisamos aquietar o corpo, a mente, a psíque... e a familiaridade nos seduz... consegue nos preencher.
E assim caminha a humanidade...
Beijos e abraços!
Jaina.
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