Deborah e Mário - Marteladas na cabeça!
1º Round
Nesta terça-feira fui a uma verdadeira performance artística-poética no Museu Sacaca, proporcionada por Deborah Finocchiaro... interpretação e declamação de poesias de Mário Quintana em "Sobre Anjos e Grilos".
Uma palavra: E S P E T A C U L A R!!!
Assim mesmo, separada e inteiramente, espetacular!
Uma artista completa, tem a expressão corporal de uma leoa à caçar... impossível de tirar o olhar, impossível escapar.
Com uma voz de forte personalidade, limpa, apaixonada pela arte... nos puxa pelo cabelo, pelos olhos, pela pele, mente, pelos dentes... aí! vê só, já estou eu tentando rimar!
Isso é o que ela provocou em mim e, posso dizer, que em todos presentes desde crianças, jovens, até adultos, velhos, surdos, mudos...
Nossa, que felicidade a minha ter-me dado a oportunidade de estar naquele lugar, naquele dia!
Fomos fisgados pela beleza de sua arte, Deborah! E agradeço a você e aos responsáveis pela brilhante idéia e iniciativa de lhe trazer a nossa Macapá... precisávamos disso, precisamos ainda, e precisaremos sempre da mágica que preenche o ar, nestes momentos de intensa pancada de realidade que artistas como você trazem a nós.
Faz-nos querer, todos, escrever e rimar. Rimar e declamar... mas prometo que "não mostro a você"! Rsrsr...
Espero que volte S E M P R E... assim mesmo, única e completamente, sempre!
Um abraço de uma fã que fica.
...
2º Round
Durante a apresentação, eu, uma tentativa de poetiza, meio que descobri por obra de pancada óbvia na cabeça, a suavidade e beleza da alma de um poeta. Isso foi mais um benefício da performance de Débora.
-Mas que burra que eu sou... mas é claro...!
Poeta tem na alma, uma janela única, que lhe dá aquela perspectiva caçoadora, jovial e cúmplice da vida.
Ele (poeta) e ela (vida), são amigos do tipo mais íntimo. Daqueles que riem quando o outro cai, antes de ajudar a levantar; daqueles que mostram-se seus defeitos e se xingam feio mas sabem, assim mesmo se amar; daqueles que são unha e carne; que caminham juntos e um sabe o limite e a beleza que há no outro. Sabe até o que há além de cada um...
É tão belo o relacionamento entre poeta e vida. É uma amizade colorida.
Vez enquando saem juntos para paquerarem-se. Um sabe o que o outro planeja, mas só até a manhã seguinte...
O que digo é que, as palavras de um poeta não traduzem uma única e dura realidade. Traduzem vida e sentimento, pensamento... de todo tipo que existe. Não traduzem uma lógica ou uma justa medida. Traduzem manifestações de vida, realidades escondidas ou sonho de qualquer pedra, quadro, cor, imagem, lixo... de cada coisa no mundo. Neste e nos que ainda nem existem.
É a mais pesada das levezas... martelo invisível na cabeça...
Para ser poeta, é preciso nascer poeta... porque essa janela para a vida, não é todo mundo que carrega.
Mas e o que sobra pra (nós) quem não tem?
O que Mário Quintana nos ensina é algo como:
"Todos podem escrever. Escrever poesia é uma tentativa de auto-superação e é sempre válida... contanto que não venham me mostrar". (kkk! adorei isso!)
Mas vamos lá! Vamos escrever, vamos rimar... tá valendo!
Nesta terça-feira fui a uma verdadeira performance artística-poética no Museu Sacaca, proporcionada por Deborah Finocchiaro... interpretação e declamação de poesias de Mário Quintana em "Sobre Anjos e Grilos".
Uma palavra: E S P E T A C U L A R!!!Assim mesmo, separada e inteiramente, espetacular!
Uma artista completa, tem a expressão corporal de uma leoa à caçar... impossível de tirar o olhar, impossível escapar.
Com uma voz de forte personalidade, limpa, apaixonada pela arte... nos puxa pelo cabelo, pelos olhos, pela pele, mente, pelos dentes... aí! vê só, já estou eu tentando rimar!
Isso é o que ela provocou em mim e, posso dizer, que em todos presentes desde crianças, jovens, até adultos, velhos, surdos, mudos...
Nossa, que felicidade a minha ter-me dado a oportunidade de estar naquele lugar, naquele dia!
Fomos fisgados pela beleza de sua arte, Deborah! E agradeço a você e aos responsáveis pela brilhante idéia e iniciativa de lhe trazer a nossa Macapá... precisávamos disso, precisamos ainda, e precisaremos sempre da mágica que preenche o ar, nestes momentos de intensa pancada de realidade que artistas como você trazem a nós.
Faz-nos querer, todos, escrever e rimar. Rimar e declamar... mas prometo que "não mostro a você"! Rsrsr...
Espero que volte S E M P R E... assim mesmo, única e completamente, sempre!
Um abraço de uma fã que fica.
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2º Round
Durante a apresentação, eu, uma tentativa de poetiza, meio que descobri por obra de pancada óbvia na cabeça, a suavidade e beleza da alma de um poeta. Isso foi mais um benefício da performance de Débora.
-Mas que burra que eu sou... mas é claro...!
Poeta tem na alma, uma janela única, que lhe dá aquela perspectiva caçoadora, jovial e cúmplice da vida.
Ele (poeta) e ela (vida), são amigos do tipo mais íntimo. Daqueles que riem quando o outro cai, antes de ajudar a levantar; daqueles que mostram-se seus defeitos e se xingam feio mas sabem, assim mesmo se amar; daqueles que são unha e carne; que caminham juntos e um sabe o limite e a beleza que há no outro. Sabe até o que há além de cada um...
É tão belo o relacionamento entre poeta e vida. É uma amizade colorida.Vez enquando saem juntos para paquerarem-se. Um sabe o que o outro planeja, mas só até a manhã seguinte...
O que digo é que, as palavras de um poeta não traduzem uma única e dura realidade. Traduzem vida e sentimento, pensamento... de todo tipo que existe. Não traduzem uma lógica ou uma justa medida. Traduzem manifestações de vida, realidades escondidas ou sonho de qualquer pedra, quadro, cor, imagem, lixo... de cada coisa no mundo. Neste e nos que ainda nem existem.
É a mais pesada das levezas... martelo invisível na cabeça...
Para ser poeta, é preciso nascer poeta... porque essa janela para a vida, não é todo mundo que carrega.
Mas e o que sobra pra (nós) quem não tem?
O que Mário Quintana nos ensina é algo como:
"Todos podem escrever. Escrever poesia é uma tentativa de auto-superação e é sempre válida... contanto que não venham me mostrar". (kkk! adorei isso!)
Mas vamos lá! Vamos escrever, vamos rimar... tá valendo!
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